Retrospectiva do casamento: e casar no salão do condomínio do prédio, pode?

(by Yoko)

Pois então. Depois de decidida a data do civil, tínhamos que decidir onde fazer a pequena recepção para alguns familiares e amigos… e tinha que ser um lugar que dava pra ter karaokê! Eu pesquisei várias possibilidades pela internet, pensei até em fazer tipo um piquenique no parque, tem uns parques que dá pra você fazer churrasco lá…

Em Belém, a princípio, nós pensamos em fazer churrasco, e aqui em São Paulo um almoço – e não era pra ser uma super festança, ia ter mais carinha de mini wedding, e tem vários lugarzinhos que pareciam gostosos, com verde e arejados para um mini wedding, destaco o Casa Quintal, que oferece alguns espaços diferentes por São Paulo, dependendo do número de convidados. E a Ruella, que lindinho, ainda combinava com nosso (sub)tema de Paris…

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Porém, a grana não tava pra tudo isso não, né? Sem falar que para alguns lugares, é preciso já contratar outros serviços juntos e não só locar o espaço. Nós vimos também opções de restaurantes, porque seria um almoço após o civil. Um que adorei e ia encaixar direitinho com o que a gente queria foi o Angeline.

Nós chegamos a visitar o local e conversar com o responsável por esse tipo de eventos, e o moço foi super simpático, educado, nos atendeu direitinho. Eu recomendo! A gente poderia dispor as mesas como quiséssemos e eles já têm experiência de vários casamentos, sabem como tem que ser o serviço, ele estava aberto ao que propuséssemos, inclusive se quiséssemos fazer a cantoria do karaokê, e que trouxéssemos nosso próprio fotógrafo ou bolo.

Tinha espaço suficiente para os convidados (na época tínhamos contado 80 no máximo), e os preços eram justos. As opções de pratos e bebidas também pareciam muito adequadas, para agradar a maioria das pessoas. Eu já tinha visto fotinhos de casamentos no Angeline pela internet e tinha gostado bastante, seria a opção mais prática, embora o local ficasse um pouco longe do registro civil e de onde meus pais moram.

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Enfim, era perfeitinho. Mâs….. acabamos não fechando com eles porque meus pais preferiram fazer algo mais “familiar”, eles queriam oferecer o churrasquinho do jeito deles, e segundo a minha mãe, com o “carinho” deles dedicado. É que aqui em São Paulo, meus pais ficaram de pagar pela alimentação toda, então nós concordamos com o que eles acharam melhor.

Daí, tínhamos visitado o salão do condomínio do prédio de uma tia minha, que era bem espaçoso, um lugar gostoso, e pelo que estávamos pensando em fazer, o condomínio daria. O salão já contava com uma pequena cozinha, com geladeira, um espaço para churrasco, com freezer, tinha aproximadamente umas 12 mesas e 40 cadeiras ou espaços para sentar.

Na parte interna dava pra colocar o equipamento para videokê e no espaço externo dava para acomodar mais algumas mesas, então alugamos mais algumas, com cadeiras. Esse prédio também não ficava muito longe do registro civil e podíamos vir logo para arrumar algumas coisas no dia. Meus pais alugaram um outro carro maior, para trazerem coisas do almoço.

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Uma preocupação era a lista de convidados, porque era um espaço menor. Mas acabamos decidindo por fazer ali mesmo. Foi no final de abril de 2017 que fechamos a reserva do local, e depositamos o valor: 107 reais. Xenti, vocês já pesquisaram quanto sai alugar um salão, para qualquer evento? Pois é. Casar sem grana é fazer a recepção num salão do prédio mesmo, uai. hehehe Só não escolhemos o salão do prédio onde moramos porque era um espaço muito pequeno, e não podia fazer barulho (sem karaoke), e nem churrasco – ou seja, tivemos um pouquinho de sorte também que o salão do prédio da minha tia era tão bom.

A lista de convidados final ficou com 70 nomes (e só depois descobrimos que era pra ter no máximo 50!), mas não veio tudo isso de gente – esse número era contagem “por cima” mesmo. E veio quem tinha que vir, né. A gente entende quem teve contratempos, e a gente ficou feliz com quem estava presente nesse momento memorável de nossas vidas.

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O legal é que como foi personalizado, deu pra ter todo tipo de comida! hahaha Teve salgadinhos, churrasco, sushi e até tacacá (prato típico do Pará, repare as tigelinhas na foto acima), que a mãe do noivo fez e pra muita gente foi a primeira vez que experimentaram 🙂

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Os beijinhos também foram providenciados por uma amiga querida, e de sobremesa (fora o bolo) também tinha pudim, frutas, ou o “bolo podre” paraense…

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O brinde também, foi com copinhos e sakê espumante – mas claro que teve refri, suco e cerveja para o almoço.

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Ou seja, deu pra fazer várias coisas que num restaurante com menu fechado não daria, ou não seria tão divertido – e não tem gente que gosta de ir lá buscar espetinho direto da mão do churrasqueiro? Aliás, aproveito para agradecer o tio que assava frango e ajudou a gente no churrasco, entre outros ajudantes!

A única coisa que fiquei meio triste é que foi bem corrido pra arrumar as coisas, e quando os convidados já começaram a chegar nós ainda não estávamos prontos, meus pais acabaram se atrasando bastante e até arrumar tudo que tinha pra comer… vários imprevistos aconteceram naquela manhã, mas tudo bem, né? Como são amigos e familiares mais próximos, ninguém reclamou – e até ajudou! ehehee Acho que na verdade isso é que é festa boa? 😉

E o espaço, apesar de menor, rendeu até dancinha!

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