Registro civil

(by Yoko)

Logo depois que terminou a “maratona” do casamento no ano passado, eu só queria relaxar e nem queria mais pensar nisso. Precisava de um tempo – e agora que já passou um tempo, vou fazer por aqui uma série de posts de Retrospectiva do casamento 🙂

Lembro que no ano passado eu pesquisei muito pela internet sobre casamentos, e muitos me inspiraram. Então, por que não deixar registrado minha própria história – e quem sabe, não acabe inspirando alguém por aí afora?

Nós fizemos MUITA coisa, porque a  gente não tinha tanta grana e tínhamos toda uma logística pra pensar; teve algumas coisas que não deram certo e coisas que não conseguimos, mas até fiquei contente com nosso casório.

Então foi assim: dia 10 de fevereiro Leno oficialmente pediu minha mão e dali a um tempo decidimos não esperar até o final do ano. A primeira coisa que tínhamos que fazer era marcar a data do cartório, do registro civil. Pesquisamos, descobrimos o mais próximo de onde moramos (e é bem pertinho mesmo!), nos informamos sobre os documentos e procedimentos.

Leno teve que pedir pro pai dele providenciar o documento que ele precisava lá do Pará, e teve um certo custo… o meu já deu pra pedir pela internet mesmo, chegou pelo correio, do interior de São Paulo. No dia 29 de março, juntamos as mamães como testemunhas (e a mãe do Leno veio do Pará), pagamos os 200 reais e marcamos a data: seria 03 de junho!

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No dia 03, meu irmão me levou de carro e o dia estava ensolarado. Como eu estava vestida bonitinha, “à caráter”, as pessoas passavam, sorriam, algumas crianças olhando grande, “parabéns”. E o irmão, a prima de Curitiba e os pais do Leno também foram testemunhas. O juiz foi muito fofo, e disse algumas palavras bonitas (e a gente também teve que falar algo :3 por essa não esperava!). Tudo certinho, tudo paz e amor.

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Na verdade, a princípio, eu tinha pensado que nós podíamos apenas fazer o civil e depois almoçar só os pais e irmãos. Algo bem simples, mesmo.

Mas… acabamos decidindo que dividiríamos o evento “casamento” das nossas vidas em três partes. Consideramos vários fatores. Primeiro, eu nunca tive um super sonho de casamento, de entrar na igreja vestida de branco e aquele salãozão… Fora isso, Leno tem amigos e parentes no Pará, onde ele morou a maior parte da vida; não seria justo pedir que o povo daqui fosse pra lá ou o povo de lá viesse pra São Paulo, para nossa recepção. Além disso, nós dois somos budistas, e só nos conhecemos nesta vida porque praticamos este Ensinamento budista.

Porém, meus pais queriam muito oferecer um almoço para alguns parentes, mesmo que não fosse um festança clássica – até porque a gente não ia ter como arcar com isso financeiramente. Daí, ficou decidido que no dia 03 de junho, após o registro civil, faríamos um almoço aqui em São Paulo, com parentes e amigos meus principalmente, e alguns do Leno que moram por aqui.

Depois, iríamos fazer a cerimônia budista e depois receber uma bênção apenas da católica e fazer um almoço lá, no Pará.

É, esta novelinha só está começando…

–To be continued…Tsutzuku…

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