NY – por quê?

(by Yoko)

Bem, como vocês viram no convite, optamos por fazer algo original, que combinasse com a gente – e a gente gosta de karaokê! A recepção após o casamento no civil em São Paulo será pequena e quase tudo aprontado por nós mesmos… Logo na noite do dia seguinte nós partimos para fazer a bênção religiosa pela nossa ordem budista e optamos por fazer… em Nova York!

É isso aí. A gente vai pra lá e aproveita pra passear, tirando umas “férias / lua de mel”. Mas por que NY?

Eu já estive por lá duas vezes, bem rapidinho, uma delas foi por conta própria e consegui passear um pouquinho, mas foi principalmente para um evento que teve lá e eu descrevi no meu outro blog pessoal, numa série de posts, o primeiro dos quais foi este aqui.

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Acontece que a pessoa que cuida do templo lá em NY é o mesmo cara responsável pelo primeiro encontro entre eu e o noivo. Quando ele veio para o Brasil, em 2011, eu o acompanhei até Belém do Pará, onde morava o João até então. Na época não aconteceu nada entre eu e Johnny, depois de alguns anos ele veio morar em São Paulo, demorou ainda algum tempo, até que finalmente acabamos ficando juntos. Mas o primeiro “encontro” real foi por causa desse médium de Nova York, e gostaríamos que ele oficiasse a cerimônia pra gente.

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Então Nova Iorque tem um significado especial para nós, por isso escolhemos esse destino! Nós dois já tínhamos o visto americano, então essa parte não foi difícil, reservamos a passagem e o hotel (com alguns imprevistos, mas paciência) e vamos tirar algumas fotos juntos por lá e postar por aqui no futuro. Inclusive no local do Central Park em homenagem ao John Lennon – ele e Yoko moraram em NY por algum tempo, ou seja, no final tem tudo a ver!

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Casamento – pouco tempo!

(by Yoko)

Quando criei este espaço, achei que iria conseguir compartilhar aqui o passo-a-passo do nosso casamento – planejamento, ideias, comprinhas etc… E que talvez em maio pudesse chegar uma contagem regressiva… mas que nada!

Cá estamos nós, a menos de um mês da data, e tem tanta coisa pra fazer! Bem, 3 meses é um tempo um tanto curto mesmo pra organizar um casamento… daí lembro de um post que eu vi no Casando Sem Grana, que era sobre planejamento e, relendo, é um post muito bom mesmo, que me ajuda a pensar em termos mais práticos o que realmente importa para esse tal de casamento…

Deem uma lida, o meu checklist por enquanto está assim:

  • decidimos a data do registro civil
  • decidimos a data e combinamos a bênção religiosa (pelo nosso templo budista)
  • decidimos a data e combinamos a bênção religiosa e almoço em Belém do Pará
  • combinamos o local de recepção em São Paulo e estamos agora fechando como será a parte da alimentação, correndo atrás dos itens para decoração, lembrancinhas
  • fechamos foto e (quase lá) roupas
  • fechamos passagem e hotel para a “lua de mel” e… este é um assunto para o próximo post! 😉

Convites

(by Yoko)

Como anda meio difícil de encontrar pessoalmente todo mundo, alguns convites foram distribuídos pela internet mesmo, e aproveito aqui para mostrar como ficou também para quem recebeu em mãos.

Tinha uma fitinha unindo duas partes de gatinhos: o gatinho cinza (que é o gatinho do Leno) e a gatinha branca (que é minha gatinha).

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Quando aberto, o convite fica assim:

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E depois que abrimos, o que lemos na parte de dentro:

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* * *

É, depois de muitas pesquisas, e quando meus pais insistiram em fazer nem que fosse alguma pequena recepção, pensei: por que não fazermos algo divertido? E karaokê é algo que nós dois gostamos, então essa foi a primeira ideia.

Além disso, pelas nossas condições financeiras, não poderíamos fazer uma super festa com buffet, mas seria algo simples e por que não no salão do prédio? Também cogitamos um almoço no restaurante, depois posso postar um que visitamos e a proposta era muito boa, mas preferimos manter o clima familiar.

Meus pais ficaram de arcar com a parte de comes e bebes, e eu fiquei de fazer decoração (depois de tantos exemplos DIY achados na internet, acredito que consigo!).

O primeiro passo foi marcar a data no cartório, e demorou um pouquinho porque precisamos pedir os documentos de longe (certidão de nascimento atualizada), mas assim que marcamos, decidimos o local da recepção e fizemos o convite!

Contamos uma lista inicial de convidados, mas vamos ver quem confirma! Só espero que caiba todo mundo lá! haha

Casamento – pesquisas

(by Yoko)

João oficialmente me pediu a mão em fevereiro, e no início estávamos cogitando não fazer nada. Ia ser apenas no civil e, talvez, um almoço só com as duas famílias (pais e irmãos). Eis que, conversa vai, conversa vem, falaram que estava muito longe e… antecipamos para Junho! E isso foi decidido lá pelo meio de Março, ou seja, eu só tinha 2 meses e pouquinho para aprontar tudo!!!

Mas antes de continuar contando as várias etapas aqui pra vocês… o que fiz entre esse meio de fevereiro até meio de março? Pesquisas! Eu, que nunca tinha pensado em casar, não sabia de nada de casamentos… comecei a ver pela internet várias coisas, entre elas, comecei a ler inúmeros relatos reais. Claro, é a única vez na vida (espero) que vou casar, então quando vou fazer isso? Tem que ser agora. E tinha cada relato encantador… gostei dessa parte.

Nas minhas navegâncias pelos mares da internet, encontrei diversos blogs e páginas especializadas. E muita inspiração! Aqui, deixo os melhores exemplos para o meu caso.

Teve este casamento, por exemplo, que foi feito numa praça! Não é legal? E ficou lindinho, todo decorado, gosto desses nuances de azul e verde, o look da noiva era mais ou menos o que eu queria usar…

Casamento Ana Helena e Willian

A primeira coisa que pensei sobre o que eu gostaria de fazer no meu casamento era que queria algo simples, aconchegante, que tivesse mais a nossa cara e que fosse… barato. Porque a gente não tá podendo tudo isso, né… E percebi que havia muitos outros casos como o meu! O website do Casando sem grana tem vários exemplos legais para essas noivinhas como eu, gostei.

E olha deste casal… Eles fizeram muita coisa de origami, ficou super colorido e fofo. E eu também gostaria de um naked cake na minha pequena recepção.

nakedcake2

Percebi que hoje em dia existe esse tipo de casamento que é o ideal para esse meu conceito, os “mini weddings”. Que não tem tantos convidados, dá pra dar mais atenção e se divertir com alguns detalhes. Mas no nosso caso, também seria civil e um almoço, nem chegaria a ser uma festinha chique como muitos mini weddings que vi pela rede. E eu achei este relato que era exatamente o que eu tinha pensado, é um casal super cool e prático, adorei.

cinthiarafael-cool

Bem, depois de mais algumas conversações (e muita influência dos meus pais) a ideia foi se transformando… curiosos pra saber como vai ficar? rs

Eu só sei que gostaria de uma tarde descontraída e que tem que ter elementos que representam os noivos. Este último exemplo é com inspiração em Paris – o que acharam?

renataemarcio-simbolosnoivinhos
(é muito lindinho este detalhe… porque os dois são fotógrafos!)

Por que casar?

(by Yoko)

Então vamos começar com a série de posts sobre nosso casamento!

Primeiro, eu devo dizer que nunca tive um sonho grandioso de casamento, me vendo entrar de noiva numa super igreja e com aquelas festanças de varar a noite… Na verdade, por muitos anos eu nem queria casar.

Achava que isso era só uma norma besta da sociedade, que as pessoas podem simplesmente se unirem, sem ter que provar nada pra ninguém. Ou seja, eu super respeito as pessoas que optam por essa escolha de só morar junto, sem nenhum proclame oficial. Eu teria feito isso, eu acho.

E o que mudou? Mudou que… bem, eu acabei num trabalho que não é lá muito convencional e numa posição em que é preciso “tomar uma posição”, “fazer as coisas certinho”. Não é exatamente que sou obrigada a casar, mas digamos que isso vai me dar mais paz de espírito.

Daí, pensando bem, hoje não acho que seja uma ideia muito ruim. A parte espiritual é importante para mim. A parte da festa, que eu achava uma bobagem, só pra gastar dinheiro, na verdade se transformou numa oportunidade pra reunir algumas pessoas e se divertir, compartilhar um momento feliz (e não uma pompa e circunstância só pra neguinho ver). A parte do registro civil também é meio que simbólico de uma nova fase “cidadã” minha. E o todo acabou representando uma nova fase da vida.

Sabe, como em aniversários, marcando um novo tempo de vida? Pois é. E acabou que tudo faz sentido. Às vezes precisamos nos permitir esses momentos, é mais um divisor de águas na vida. E por que não?